Seriedade, banalidade e um poquinho de sacanagem! ;)

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Eu estou precisando de música. Eu estou precisando de vida nova, já que não tenho mais aquela velhinha de sempre.

As nossas escolhas refletirão o futuro. Cabe a nós escolhermos, tentando ver o que virá. O meu foi refletido e eu consigo enxergar o que antes eu não via.

Eu só preciso, agora, de notas musicais soando tristes em meu ouvido e de alguns poucos amigos pra me dizer que eu não estou sozinha. Fora isso, estou bem.

sábado, 25 de agosto de 2007

Ele subia, cansado, a ladeira que o levaria a sua casa, esperando não ter novamente a surpresa de esbarrar num poste. Meninas brincavam de corda e aquilo o fascinara: ainda que ele já tivesse visto outras meninas brincando do mesmo, nunca vira criaturas tão doces e belas saltando por uma corda débil. Uma delas parou de pular, fixando o seu olhar nele, deixando-o atônito e maravilhado.

Ele não sabia o que fazer, quando, simplesmente, a garota se aproximou dele, afagou os seus cabelos macios, porém úmidos pela neblina, encostou no seu ouvido e, lentamente, sussurrou:

- Sua filha corre perigo de vida. Se eu fosse você, não ficaria aqui nem mais um minuto.

O sorriso formado pela beleza da menina se desfez em questão de segundos. Ele não soube o motivo, mas só sentiu vontade de sair desesperado e correr para a sua casa; e o fez. A ladeira tortuosa que ele subia sem vontade já não era empecilho, ele já não estava tão cansado assim; estava desesperado.

A porta de madeira envernizada não o deteve em sua busca, os palpites do seu coração poderiam ser ouvidos a quilômetros, sua respiração ofegante denunciava o seu desespero. Avistara um cachecol branco que não era das suas filhas. Pensou que elas pudessem estar acompanhadas e correu para o quarto:

- Filha! Quem está aqui? Onde está a sua irmã? Onde está a sua irmã?

A filha mais nova respondeu apontando para o guarda-roupas, imóvel na sua posição de sempre, indicando que brincavam de esconde-esconde. O pai, urrando, escancarou a porta, que estava trancada, com verocidade, como um urso que busca, faminto, por comida. E lá estava ela, a Sophia, sua filha mais velha, sete anos, olhando assustada para ele, achando-o um pouco estúpido para o que ele geralmente era.

Ele a pegou no colo, carregou-a, beijou-a, sentiu o perfume da sua pele macia, sussurrou em seu ouvido que a amava... A Sophia era asmática: qualquer momento sem respirar poderia levá-la a morte.

A mãe chegou apressada, ouvira os gritos da cozinha...

- Mas, o que houve aqui? Sophia?

E ela nem precisou ver o rosto da sua filha para saber o que estava acontecendo... Tomou a filha nos braços e chorou até desmaiar...

Todos voltavam abalados do enterro da pequena Sophia, morta asfixiada por uma brincadeira de criança. Era inacreditável que uma vida tão saudável e jovem pudesse ter se acabado em segundos. Tristeza e lágrimas não eram o suficiente para amenizar a imensa e sufocante dor que eles sentiam.

- Ela manda dizer que descans em paz. Ela mandou dizer que ama vocês.

Era a criança que avisara ao pai sobre a tragédia, estava com a mesma expressão suave e encantadora de sempre. O pai desejou saber mais, desejou entender como aquela menina sabia do que acontecia em sua casa, mas era só uma criança inocente e... Estava usando o mesmo cachecol branco que ele vira em sua casa... Ele não entendeu absolutamente nada, mas decidiu não pensar mais. Seguiu o seu caminho melancólico de volta pra casa...

Crianças brincavam de roda, lindas e despreocupadas... Ouvia-se o doce canto de meninas inocentes que não sabiam o quão árdua era a vida. Então, uma menina, vestindo um cachecol branco, aproximou-se das outras crianças, escolhendo uma só. Fez a proposta de irem até a casa da garota, porque ela precisava de água.

A casa estava vazia, ressonante e vazia. A menina, a moradora da casa, era extremamente alérgica e tinha crises por falta de ar quando entrava em contato com poeira. A menina do cachecol branco afagou suavemente os cabelos negros e espessos da amiga, olhou em direção ao porão e disse, guiando-a:

- Vamos brincar de esconde-esconde lá embaixo?

sábado, 7 de julho de 2007

Hoje eu vou chorar tudo o que desejo
Tudo o que tenho para ser transformado em lágrimas
E você não vai mais me tocar desse jeito.

Ontem eu achei que era você
Mas acordar não era bom para as minhas ilusões
Mas eu vou conseguir me levantar.

Eu não queria ter feito isso
Na verdade, eu quis.
Mas não foi por mal
E eu juro, querido,
Isso não aconcetcerá novamente.

Castigos seriam bem-vindos
Conseqüências pelo meu erro
Não sei se choro por minha tristeza
Ou pelo meu desespero

Só preciso dormir esta noite
E reorganizar as loucuras
Relembrar a quem eu pertenço
E te mandar para o inferno.

segunda-feira, 4 de junho de 2007


Fascinação

- Ele não vem, não é? - perguntei aos criados, mas já sabendo a resposta.

Deitei-me na cama, onde esperava a chegada dele. Ao confirmar que ele não viria, apenas aguardei o que me esperava.


Estava ali, deitada naquela cama, esperando a morte chegar, com a terrível sensação de que ela já estava vindo. Então, dormi. E isso era o que eu menos queria naquele momento. Eu fechava os olhos, com sono, mas gostaria de impedir a sonolência dos meus olhos, porque pensava que ao dormir, morreria. E não voltaria aos braços dele nunca mais.


Mas eu não morri, pelo contrário. Acordei com grandes olhos me observando, os olhos da minha salvação.


- Por quê você fez isso, Flávia? - perguntou-me ele.


- Isso mudaria alguma coisa? Você veio. Eu pensei que nunca mais o veria...


- Você não pensa nos outros? Por quê você fez isso? Eu tenho o direito de saber! - gritava ele, naquele quarto onde só existia eu e a sua alma.


- Agora já está feito, Antônio. Eu não posso mais voltar atrás. Mas não me arrependo, eu juro. Só em tê-lo aqui mais uma vez, eu já me sinto melhor. Mais aliviada.


Ele chorava. As lágrimas o abandonavam, como se fosse ele quem estivese à beira da morte.


- Eu te amo, Flávia. Mas você não pensa nos outros, acha que sempre está certa! Por quê tomou esta droga de remédios? Por quê? Eu estou aqui, agora, pior do que você! Eu não sei se você sabe, mas daqui há algumas horas você vai estar morta, e eu aqui... Abandonado pelo seu egoísmo!


Aquelas palavras me tocaram como se fossem a própria morte. Eu tomara remédios após o término do nosso namoro, que para mim, era tudo. E o médico me avisara que eu só tinha lagumas horas de vida. Nada mais. E a pessoa que eu mais amava estava ali, na minha frente, me pedindo para desfazer algo que já não estava mais nas minhas mãos.


- Me desculpe! Eu não pensei antes de fazer isso, mas agora já está feito! APENAS ME PERDOE...

Ele não me disse mais nada. Tirou do bolso uma seringa, e chorando, injetou-se.

Eu não sabia o que estava acontecendo, mas quando vi o seu corpo se debatendo no chão do meu quarto, entrei em profundo desespero. Tentava gritar por ajuda, mas a minha voz não saía. Ele acabara de fazer o que eu tinha feito em poucas horas. Só que ele estava agonizando na minha frente. Morrera, e eu estava ali vendo tudo, vendo a razão da minha existência ir embora em questão de segundos.


Os médicos vieram, levaram seu corpo e me consolaram. Eu só estava mais tranquila, porque sabia que em pouco tempo, eu estaria de volta no calor do seu corpo. Eu me encontraria em seus braços novamente, ainda que eles não tivessem matéria, apenas a alma.


Pedi que me dessem um sonífero, e eles me atenderam.

Ao acordar, percebi que eu não estava junto ao seu corpo, como eu imaginava. Estava na mesma cama, onde gritava enquanto ele agonizava. Alguém me disse que eu não iria mais morrer, que eu passei por um processo de lavagem, que me salvaram da morte. E aquilo em afundou em uma imensa tristeza. Saber que eu não iria encontrar o Antônio me depressiava a tal ponto, que eu me enxerguei em um mundo só meu.

Mas logo tive que voltar a realidade. Os médicos me informaram que eu estava grávida. Eu?! Naquele instante eu não soube o que pensar. Por um momento da minha vida eu senti como se nem a minha carne, nem a minha alma estivessem me fazneod companhia, que todos teriam me abandonado. Eu não sabia o que iria fazer comigo.


Após o susto de tantas informações insanas, eu resolvi ter minha filha. Só por causa do meu amor pelo Antônio. Eu sentia na minha filha a presença dele. Sentia nela o brilho que ele tinha nos olhos, a maciez das suas mãos e o calor das suas palavras, ainda que, a Alice não falasse.
Algum dia, eu estava sentada com ela, olhando algumas fotos antigas. Ela já tinha cinco anos, estava esperta e linda! Linda como o pai... Nunca a contei-a sobre ele, nunca falei que ela tinha um pai. Nem ela tinha me perguntado ainda.

Estávamos ali, olhando aquelas fotos cobertas com a poeira do tempo, quando ela achou, escondida entre vários cartões postais, uma foto do Antônio. A única foto que eu tinha dele, mas nem eu mesma sabia onde estava.


- Mamãe, quem é esse homem? - perguntou-me ela, coma voz mais suave e mais delicada que já ouvira.


- É um velho amigo da mamãe... Um amigo. - respondi.


Ela, tão inocente e ingênua, continuou a brincar com a sua boneca de louça. Cantava uma música para ninar o pequeno brinquedo e olhava para a foto, sorrindo. Até que, em meio a canção de ninar e aos risos que ela soltava, ela me disse:


- Sabia que ele conta histórias pra eu dormir toda noite?

sábado, 19 de maio de 2007

"Come to bed, don't make me sleep alone..."

Eu sinto que estou traçando uma nova era
Onde eu consigo perceber o que eu preciso
E eu sei que não preciso de você
Aguardar para ler suas palavras
Esperar para te ter um pouco mais
Quando, na verdade, eu não quero conhecer
O que me fará desistir de você
Os seus defeitos, os seus detalhes
E na sua fala eu já estou enxergando
O futuro que nos espera em breve

Por favor, meu bem, não me machuque
Porque eu não quero me apaixonar mais
E parece que a cada despedida
Você leva contigo pra cama um pedaço de mim
Você está, simplesmente, me colecionando
Pena que você nem sonha com isso
Nem sonha comigo, nem sonha comigo

E agora eu tento me desvencilhar
E agora eu não quero mais saber de nada
Planejamos mundos e mundos
Planejamos tudo que era possível
E hoje o meu maior plano é esquecer
Que um dia eu tive a infelicidade
De conhecer você
E de chorar quando você me faz algo
E de rir quando você me faz algo
E de escrever sobre você
Quando eu nem sei o seu nome

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Eu, a problemática.

A minha busca no mundo (na verdade, no orkut e em blogs) é encontrar alguém que realmente não enjoe das minhas alucinações. Descobri isso após perceber que eu fico ansiosa para conversar com quem não quer conversar comigo. Talvez o problema seja falta-de-vergonha-na-cara da minha parte. Mas não sei esquecer que conheci alguém legal... Não sei.

Eu não sei quando isso vai parar. Ou melhor, sei. Não aceito mais desconhecidos que queiram manter uma conversa de até uma hora comigo. Uma hora já é tempo suficiente pra eu não querer mais abandoná-lo. Sei que parece loucura, mas é isso que acontece.

E eu só queria um lugar para desabafar tranquilamente, sem ter que ouvir sermão de ninguém.

Eu sou uma idiota.
=)

terça-feira, 8 de maio de 2007

"Hard may"...

Eu o convidei a ser o meu maio. E ele se chamava "Hard may". Era o mês que eu sentia mais dificuldade em alcançar o objetivo. Mas, aos meus olhos, nada é tão impossível assim...

A cada noite sentávamos perto a lareira, lendo um livro e sentindo o calor acalmar aquele frio exacerbado. Mas era eu quem tinha escolhido passar o maio no Sul.

Certa vez, quis me beijar. Eu recuei um pouco, não era esse o objetivo do mês. Não podia negar que ele me seduzira, mas, quanto a isso, eu estava despreocupada. Eu sabia separar as coisas que eu desejava. E eu o queria pra mim, sim. Mas desejava tê-lo como planejei; sóbrio. Ao perceber o meu recuo, esbofeteou minha face. Me tratava como um cão; na verdade, como um osso. Mordia-me os lábios numa busca incessante de prazer, enquanto segurava minhas mãos e me prendia embaixo do seu corpo. Eu, indefesa, não podia, ao menos, gritar. Aliás, mesmo que pudesse não teria forças. Nunca imaginaria que aqueles olhos pudessem estar tão perto dos meus, sem que eu sentisse algo bom. Eu sentia nojo.

Ao tirar minha roupa, espancava-me, conduzindo-me ao banheiro. Esfregava com força a sua língua imunda em meu corpo, como se quisesse arrancar toda a sujeira que havia nele; não sabendo que sujava-o cada vez mais. Empurrou-me para a banheira, fez-me, mais uma vez, de osso. Eu era um fantoche em suas mãos. E eu sonhava em ser uma boneca...

Após consumir toda a energia restante no meu corpo, me consumiu. E eu não tinha mais vontade de lutar contra aquilo.

Observei em cima da penteadeira toda a minha maquiagem... Tudo que usaria para tentar ficar um pouco menos feia. Era uma caixa acrílica, transparente e pesada. Possuía todos os tipos possíveis de maquiagem, menos um batom rouge. Ah, o meu sonho era pintar a boca de vermelho incandescente! Mas, um dia, encontrei a minha mãe na varanda de casa, meus lábios molhados com o seu batom vermelho: "Está uma perfeita prostituta!", ela me disse. Eu, desesperada, apressei-me a lavar todo o rosto. Não queria parecer uma.

E, naquela caixinha de maquiagem, faltava um batom vermelho. E, aquele homem ao meu lado me tratava pior do que uma prostituta fedorenta. Minha razão estava aflorada e minha emoção também. Nunca imaginei que pudesse juntar as duas a meu favor. Apoiei-me na caixa de acrílico, segurei-a firmemente e não pensei em mais nada: levantei-a bruscamente e acertei-a no rosto do "hard may". Ele caíra ao chão. Golpes seguros na vertical espirravam o meu ódio na parede. Após dois minutos, eu parei. Fitava a caixa com o alívio de ter me livrado dele, e a emoção de ter o que eu sempre quis. A caixa transparente, agora era vermelha. Meus dedos, agora eram vermelhos. Passei-os na boca, desenhando-a e saí. Eu era, agora, uma assassina. Porém, com lábios vermelhos.

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Pesadelo feminino...

Eu sentia apenas dores. Algo que não era o amor insistia em penetrar-me bruscamente. E eu, que relutara até um certo instante, deixei-me ser abduzida. Contrações e uivos de dor renomeavam o que tinha de ser feito com o mais puro e singelo amor. Mas eu me esforçaria pra acabar com aquilo, pensando em outro mundo; onde a vida resiste à morte.

Seria assim se não fosse a minha primeira vez? Insistia em invadir-me com voracidade, rasgando as minhas veias, expelindo um pouco de sangue. E ele buscava expurgar algo, desfazendo, assim, o meu pesadelo. E eram movimentos intensoss, gritos apressados de dor. Não somente a dor física. Mas a dor espiritual. Respirações e gemidos contidos pela busca incessante do alívio de não ter mais aquilo em mim.

Finalmente, um líquido percorria as minhas coxas quentes pelo ato acabado. E com a retirada, eu pude ir me percebendo mais aliviada. O obstetra retirava sua mão de mim, e com ela o feto: o início de um ser que trocou sua vida pela minha. Morto. Após o aborto necessário e indesejado. E sem choro, sem sujeira, sem nada, o Sol nascia novamente. E eu não ouvira a palavra mamãe.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Será que ele é gay?




Estereotipar homens é o maior
hobby das mulheres. Principalmente quando se trata de galinhagem. "Ah, homens! Todos iguais!", quem nunca ouviu, ou disse essa frase? Eu já.

FIcmaos tão ligadas na vagabundagem masculina que quando encontramos algum garoto que não é assim, ficamos com o pé atrás, e chegamos até a pensar na hipótese de ele ser GAY. Ahhhhhhhhhhh!

Vamos parar com isso, meninas! Daqui a pouco, não vai existir um homem que não seja gay ou galinha. Eu não gosto de manter relações com nenhum dos dois, mas, em caso de desespero, é melhor o galinha...

Eu já achei que um menino era homossexual por ele ser tão "certinho". Por escrever corretamente, por gostar de coisas cultas, por se preocupar com as mulheres... Desculpa, meninos. Eu sou retardada! Acho que quem levanta a auto-estima de um homem somos nós, e enquanto nós tivermos esperança de que o homem ideal pode ser bonito, inteligente, legal, cuidadoso, ter bom gosto, e, porque não, rico, ainda há luta!
Brincadeira... Rico é uma conseqüência do encontro com você... Afinal, por trás de um homem de sucesso, existe uma mulher!

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Por que Elas Fingem?


As mulheres, geralmente, fingem um monte coisa. Fingem ser santa, mulher direita, espertalhonas... Mas nenhum fingimento altera mais o psicológico masculino quanto o ORGASMO feminino. Será que todas são falsas na hora "H"?

O nosso grupo de reportagem entrevistou algumas amigas mais próximas, com vida sexualmente ativa, para saber o motivo dessa falsaria sexual. Foram entrevistadas 5 meninas e 5 meninos, separadamente: meninas e meninos.

Onceuponatime (OUT) - Quais de vocês fingem orgasmo na relação sexual?
Uníssono - Eu!

OUT - Bom, começamos bem, né? E por que vocês fingem?
Uníssono - Pra satisfazer os homens.

OUT - Hehehe... Eu quero saber a opinião de cada uma, ok? Mas essa satisfação masculina não termina sendo uma insatisfação feminina?
Camille - Não. Meu namorado me completa outras maneiras. As preliminares estão aí pra isso! No meu caso, são essenciais pra um bom fim de relação. Eu tenho um orgasmo no início e faço ele ter um no final.
Fabiana - Pra mim é suuuuuper insatisfação. Ele não consegue ir até o fim nas preliminares. É apressado e isso acaba me deixando tensa.
Lú, Mile e Celle - Insatisfação total.

OUT - Quais dos namorados das aqui presentes sabem das difuculdades das parceiras na cama?
Celle - Eu nunca contei pra ele. E aí, sempre fui fingindo e isso foi virando uma bola de neve. hoje eu tenho vergonha de dizer a ele que durante todo esse tempo eu estive fingindo. Tenho medo de ele se sentir um inútil.
Mile - Eu estou solteira, mas quando tinha namorado, não contava.
Camille - Ah, eu não. Nossa relação é muito aberta e ele sabe tudo sobre mim!
- Eu tenho namorado, mas prefiro ter relações com outros garotos... Sei lá! Não ligo muito o sexo ao amor... Pra mim são duas coisas totalmente diferentes!
Fabiana - Ai, que fria!

OUT - Entre quatro paredes vale tudo?
Lú e Camille - Claro!
Celle - Não. Só o que me favorece... Meninos, conversem com a gente!
Fabiana - Nãããão! Meninos, parem de pedir!
(Risos!)
Mille - Não. Pra tudo tem limite...

OUT - E, pra finalizar, o que vocês amam e o que vocês odeiam em uma relação?
Fabiana - Ahhhh! Eu amo sexo oral e odeio que eles peçam o anal...
Mille - Ahhh! Eu também odeio! Mas os homens são insistentes!
(Risos!)
Camille - Eu amo dar prazer ao meu namorado e odeio quando não temos tempo pras preliminares.
- Eu amo me fantasiar e sentir que ele é meu dono. E odeio que digam que me ama.
(Provocando olhares assustados, ela rebate...) Ééé! Quero saber quem é que não gosta de ser um pouquinho "maltratada" entre quatro paredes.
(Risos! Risos que denunciam uma afirmação!)
Celle - Amo sexo oral e odeio a penetração.

E agora perguntamos aos meninos apenas uma coisa:

OUT - Quais de vocês já tiveram namorada que fingia?
Uníssono - Um acenos com a cabeça indicando um "não".

Bom, a conclusão que tivemos com essa entrevista é que as meninas fingem porque os homens não dão espaço pra conversa. Eles são sempre os bons e são sempre viris... Meninos, elas sempre irão finjir se vocês não se preocuparem em saber como está sendo pra elas! As mulheres precisam ser estimuladas sexualmente, seja através do ponto "G" (sim, ele existe!), seja através do clitóris!

Na próxima pesquisa, eu quero um resultado mais favorável...

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

A Casa de Cera?




Não. Brooklyn Museum, Nova York. As esculturas realçam tanto a realidade humana que chegam a se questionar se não existe alguém ali dentro, escondido pra dizer um "búú" quando outros se aproximarem.

Para mostrar que nenhum ser humano está coberto de cera, como no filme "A Casa de Cera", o artista plástico Ron Mueck fez questão de retratar os seres humanos um "pouquinho" maiores que o normal.

"Um rosto adormecido, um homem solitário, um bebê que acaba de chegar ao mundo. É ver para não esquecer nunca mais. Não é uma exposição comum. Não basta olhar para as esculturas. É preciso ficar atento aos detalhes, porque o artista Ron Mueck não esqueceu de nenhum.", afirmou o site do Jornal Hoje, da Globo.com, em relação às fabulosas esculturas.

Mueck demora cerca de um ano pra esculpir duas obras. Isso se deve ao cuidado com os detalhes, a dificuldade de encontrar o tom certo pra passar aquela expressão... Os fios de pêlos e cabelos foram colocados um a um, os poros foram feitos com a maior cautela pra parecerem verdadeiros e as manchas na pele da velhice indicavam que aquelas não eram peças comuns.

A arte está nesse homem como se ele fosse o seu dono, como se ele quem tomasse conta dela. silicone, fibra de vidro, resina acrílica, poliéster, cabelos artificiais. Em mãos de verdade, viram isso:










Mobilização mundial.



Com toda essa agonia necessária com o aquecimento global, paramos pra pensar o que nós, como indivíduos, fazemos pela natureza. Será que você joga aquele papel de bala no lixo? Ou será que aquele resto de cigarro é jogado no cinzeiro?

Falar, crucificar, colocar a culpa nos outros, tudo isso é muito fácil. É no agir que a coisa complica... Eu não falo somente do lixo que deveria ser jogado no seu devido lugar. Acho que o ato de erro começa desde um pouco de folhas que você arranca de uma árvore sem necessidade.

O que se fala atualmente sobre aquecimento global, efeito estufa, e tudo mais, sempre esteve em alerta, nós que nunca procuramos enxergar. Todos sempre ignorando... Lembro-me que no colégio se fala muito sobre isso. Ao menos eu ouço falar disso desde a quarta série. Mas também nunca apontei para a gravidade do problema.

Conserto? Sim, ainda é possível. Educação aos mal educados? Sim, ainda é possível. Ter a sensação de que podemos, ainda, mudar o mundo?
Sim, estou sentindo.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Oi..



Oi. Meu nome é Cínthia Baião, mas na internet eu sou a Noelle Page.

Hehehehe... Resolvi criar esse blog pra desbafar coisas que eu vejo e compartilhá-los com vocês. Vocês quem?
Provavelmente ninguém vai ler. Mas esse não é o meu maior objetivo: ser conhecida. Bom, vamos ao primeiro post?